HOMENAGEM A LUIZ GONZAGA, NO CENTENÁRIO DO SEU NASCIMENTO

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Entre 2010 e 2012, uma exposição itinerante por muitas das capitais brasileiras, com curadoria de Bené Fontelles, homenageou nosso querido Rei do Baião!
Participei com texto e ilustração para crianças:

O SERTÃO E O SONHO DE UM MENINO

Se um menino sonha o homem, se o homem sonha o sertão
O sertão sonha com chuva e a chuva com trovão.
O trovão sonha tremer a terra como um forró de São João!
A terra só sonha com a lua, a lua com a canção.
A canção sonha a sanfona que sonha com um baião.
O baião sonha com um rei e seu nome é Gonzagão!
Viva Luiz Gonzaga, querido Rei do Baião!

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Bolonha 2014

A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil prepara, todo ano, um catálogo com os livros de autores e ilustradores brasileiros cujos trabalhos participarão da Feira internacional do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, na Itália, a mais importante do setor.

Capa do Catálogo de Bolonha 2014 - FNLIJ

Neste ano, a feira assume uma importância maior para o mercado editorial brasileiro, pois o Brasil é o país homenageado. E tive a honra de ter uma ilustração selecionada para a capa do catálogo. A imagem faz parte do livro História de quem conta histórias, de Lenice Gomes e Fabiano Moraes, da Editora Cortez, que eu ilustrei.

Os livros que ilustrei selecionados para a Bologna Book Fair 2014 são:

Naninquiá, moça bonita. Rogério Barbosa. Editora DCL; e Olívia e os índios. Betty Mindlin. Editora Scipione.

Mapinguary

Quem tem medo do Mapinguary?

 

Em 2007 fiz o livro “Quem tem medo do Mapinguary”, em parceria com Vássia Silveira, jornalista que trabalhou como educadora na Amazônia. Foi publicado em 2008 pela editora Letras Brasileiras. A história, sobre uma criança que vive nos seringais do Acre, me permitiu trabalhar com aquarelas, tentando recriar aquele sentimento de imersão na grandeza da floresta amazônica. Neste projeto, ousei interromper o texto escrito e propor uma sequência de imagens, no cerne da narrativa.

 

Mapinguary

Série Morená – anos 1980

Naro_capa

Desenhos feitos em 1985 e publicados em 1986. Aprendi muito com a expressão gráfica simples e conceitual dos índios Yanomami. A história de Naro, além de narrar como as coisas se instalaram no mundo, pintando nos bichos as pinturas corporais que se tornaram suas características, fala sobre a vaidade, o ciúme amoroso e seus venenos letais.

Desenhos que aprendi com os Yanomami – anos 1980

O trabalho desta publicação, no final dos anos 1980, envolvendo textos de orientação de saúde voltados para o uso dos índios e agentes de saúde comunitários, escritos pelos médicos que atuaram na área indígena a chamado da CCPY – antiga Comissão pela Criação do Parque Yanomami – foi coordenado pela fotógrafa CLAUDIA ANDUJAR, que me apresentou ao universo gráfico visual dessa cultura. Foi muito impactante sobre a minha formação.

Estes desenhos foram publicados no Manual de Saúde Yanomami.